quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Biblioteca Escolar - Uma porta para vida

Alguns exemplos da comemoração do mês de outubro - Biblioteca Escolar, uma porta para a vida.
trabalhos realizados pelo 1.º C

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O dia que a Biblioteca inundou...

Parece um livro de José Fanha...
Gostaríamos de agradecer ao pai da Sofia Nascimento o esforço na limpeza da Escola, depois da inundação. Foi o único pai que pegou na vassoura e ajudou a retirar a água de dentro da Escola.
O herói do dia: Sr. Ricardo Nascimento.
As fotos foram tiradas após a limpeza...

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

a história do dia - "A surpresa de Handa"

A Semana da Alimentação Saudável chega ao fim mas para o ano à mais. Hoje é a vez da fruta ser a protagonista.
 
 
 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Vantagens da Leitura

Vantagens da Leitura

- Mãos no ar - gritou o caçador para a lebre.
- Qual quê! Toca mas é a correr...
- Pára ou eu disparo - voltou a avisar o caçador.
Pois sim! Pernas para que vos quero...
Vai daí, o caçador disparou. Disparou, mas não acertou. Foi a sorte da lebre.
De moita em moita, rasteirinha, a lebre chegou, quase sem fôlego, à toca da família.
Pânico geral entre os parentes.
- Não posso acreditar - dizia a bisavó. - Aqui nunca houve caçadores.
- Nem o velho Hipólito os consentia, nos arredores da herdade - acrescentava a avó.
Assim em paz tinham vivido há gerações, mas o que não sabiam era que o dono da herdade já morrera. Também não sabiam que os filhos do senhor Hipólito, pouco dados à vida do campo, tinham vendido toda aquela imensidão de terra a um clube de caçadores.
- Ninguém nos avisou - protestaram as lebres.
Por sinal que tinham sido avisadas. Se as lebres soubessem ler, teriam lido no jornal da terra o anúncio da venda. Também um edital, pregado no tronco de um sobreiro, à entrada da herdade, noticiava a mudança de proprietário.
Finalmente, vários letreiros, onde estava escrito TERRENO DE CAÇA, espalhados um pouco por toda a parte, informavam que aquele território deixara de ser seguro para lebres e coelhos.
Foi a partir deste incidente que as lebres decidiram todas aprender a ler. E, já agora, mudar para um sítio mais sossegado.
 
por António Torrado

terça-feira, 15 de outubro de 2013

História do dia - A Sopa de Pedra

Na semana da Alimentação Saudável fica aqui o ingrediente secreto da "Sopa de Pedra".


José Eduardo Agualusa vence Prémio Literário Fernando Namora

O escritor angolano José Eduardo Agualusa venceu o Prémio Literário Fernando Namora, atribuído pela Estoril Sol, no valor de 15 mil euros.
José Eduardo Agualusa foi distinguido com o Prémio Literário Fernando Namora pelo romance «Teoria Geral do Esquecimento», editado em 2012, que fala de uma mulher portuguesa em Luanda, na véspera da proclamação da independência.

O júri da 16.ª edição do prémio foi presidido por Vasco Graça Moura e integrado por Guilherme D´Oliveira Martins, José Manuel Mendes, Manuel Frias Martins, Maria Carlos Gil Loureiro, Maria Alzira Seixo, Liberto Cruz, Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu. A distinção foi atribuída a José Eduardo Agualusa devido à «escrita ágil e pelo «apurado estilo literário de ficção».

Membro da União dos Escritores Angolanos, o autor colabora com publicações portuguesas e angolanas e é realizador do programa «A Hora das Cigarras», sobre a cultura africana, emitido pela RDP África.
 
 
 
 
 
 
(c) PNN Portuguese News Network
14-10-2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

História do dia :O dia em que a barriga rebentou


O livro de José Fanha contada e ilustrada pelos alunos do 3.º e 4.º anos da EB de Praia de Mira.

Provérbios vs Desenho

Está oficialmente aberta a Semana da Alimentação Saudável com a proposta de ilustrares um provérbio relacionado com a alimentação. Os provérbios estão no cartaz da Biblioteca Escolar.


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Semana da Alimentação Saudável

Na próxima semana, festejamos a semana da Alimentação Saudável.
 
A BE terá dominós dos alimentos, sopa de letras, palavras cruzadas e muito mais.
 

Mais uma vez, e como sempre, estamos abertos a sugestões e a atividades propostas pelos encarregados de educação.

História do dia - Minorcas e Maiorcas

Por António Torrado

Minorcas e Maiorcas
Era o mais pequeno da escola e chamavam-lhe Polegarzinho. Ele, que era Paulo de nome, não gostava. Com razão. E, sempre que podia, repontava:
- Sou Paulo, ouviram, seus idiotas?
Isto era dito com cara de poucos amigos. Na verdade, não tinha nenhum. Os mais altos e os menos altos embirravam com ele, porque se dizia que o Paulo Polegarzinho tinha mau feitio.

Claro que se fossem eles a ser alcunhados de Polegarzinho, Minorca, Meia Leca, não haviam de gostar.
Até que apareceu na escola um outro menino do tamanho do Paulo, se não mais pequeno ainda.
A professora perguntou-lhe:
- Como te chamas?
- Mindinho, minha senhora - respondeu o moço, a rir.
Toda a aula se riu com ele. Até a professora.
O Mindinho, que também se chamava Pedro, era um miúdo feliz. À sua volta, espalhava alegria. Só de olhar para ele, um pitorrinho remexido e sempre risonho, ficava uma pessoa bem- disposta. Nem se reparava se era ou não o mais curto da aula.
O Paulo Polegarzinho que, a princípio, o achava uma migalha insignificante, ainda mais baixo do que ele, começou a chegar-se ao recém-vindo, com uma invencível curiosidade, daquelas de carregar o sobrolho.
- Tu não te importas de ser Mindinho? - perguntou-lhe o Polegarzinho.
Estava à vista que não se importava. Até tirava partido.
- Sou o Mindinho - dizia ele -, mas estou a estudar para fura-bolos
. E tu, ó Polegarzinho, não queres vir a ser o Meu Vizinho?
O Paulo Polegar queria, mas acanhou-se. Ainda esteve um tempo a observar o parceiro, a avaliar-lhe os dons que o tornavam o mais popular da aula.
Acabou por alinhar no jogo. Quando um dos altarrões lhe perguntava:
- Como é que se está aí em baixo, Polegarzinho?
- Mal, muito mal - respondia ele.
- Porquê?
- Porque, aqui em baixo, sei que cheiras mal dos pés e tu, aí em cima, não dás por isso.
Com estas e outras saídas, foi desarmando os mais matulões. E, se havia bulha, fintava-os com mais ligeireza do que muitos pesos-pesados.
Mindinho e Polegarzinho cresceram, mas o pulo que o Polegarzinho deu dele para fora, esse é que foi importante.
Graças ao exemplo do Mindinho, descobriu que, a rir, conseguimos sempre saltar por cima de nós próprios.